Mike Portnoy

terça-feira, 17 de julho de 2007


Mike Portnoy (Long Beach, 20 de abril de 1967) é um baterista americano judeu.
Seu interesse pela música comecou muito cedo, assim como sua paixão pelos Beatles, Mais tarde também se tornou um fã do grupo Kiss, além de seu pai ter sido um DJ foram fatores decisivos na sua carreira como músico.
Auto didata no instrumento, ele teve es un musico espesializado en bateria y en organigrama es fan de los vitel y como siempre escucha mana antes de sus conciertos aulas de teoria musical no colégio. Nessa época ele tocou em bandas como Intruder, Rising Power e Inner Sanctum. Nessa mesma época ele garantiu uma bolsa na famosa escola de musica Berklee, situada em Boston.
Mike é casado com Marlene (ele a conheceu quando a banda Meanstreak, em que Marlene e Rena Petrucci, esposa de John, tocavam juntas, abriram alguns shows do Dream Theater). Ele já é pai de dois filhos, uma menina chamada Melody Ruthandrea e um menino Max John. Seus hobbies são além de assistir seriados de tv e desenhos, cuidar de seu cão e de seu gato.
Com cerca de dezoito anos John Myung e John Petrucci conheceram-no e desde cedo formaram a banda Majesty. Em 1989 foi lançado o primeiro álbum da sua atual banda Dream Theater "When Dream And Day Unite" e ao longo dos anos venceu inumeros prémios como melhor baterista do mundo de rock progressivo.

Mudvayne é um quarteto de math metal de Peoria, Illinois que começou em 1996

segunda-feira, 16 de julho de 2007


Mudvayne hoje consiste de Chad Gray (Kud, Chüd) no vocal, Greg Tribbett (Gurrg, Güüg) na guitarra, Ryan Martinie (Ryknow, Rü-D) no baixo e Matthew McDonough (sPaG, Spüg) na bateria.
A banda começou em Peoria, Illinois em 1996. Dois anos mais tarde, o baixista original, Shawn Barclay, saiu da banda para seguir seus outros interesses. Foi então que Ryan Martinie se juntou como o novo baixista e Mudvayne foi criada.
Desde o começo, a banda estava determinada a tocar pelas suas próprias regras. "Se você é uma banda do meio-oeste, você toca covers de outras músicas ou você não ganha dinheiro", disse Chüd. "Nós nos recusamos a tocar covers porque estávamos mais interessados em achar nossa própria voz ao invés de emular a de outra pessoa".
Muitas pessoas acreditam que Mudvayne é só uma cópia de Slipknot, mas nada poderia estar mais distante da verdade. "Cara nós sempre estamos 5 minutos atrasados", disse o vocalista Chad Gray depois de ouvir o álbum de Slipknot. Os rostos pintados dos membros da banda não são nada além de parte do show.
A dedicação da banda em criar sua própria e singular visão musical foi recompensada em 1999 quando Mudvayne assinou com a Epic Records da Sony. Um ano mais tarde, o primeiro álbum da banda, L.D. 50 foi lançado. Mudvayne viu que o número de seus fãs crescia enquanto iam tocando no festival Tattoo the Earth com Disturbed. Mudvayne atravessou o país novamente quando tocou no segundo palco do Ozzfest em 2001.




DVDs e outros
Dig DVD Single [DVD] - (2001)
(L)ive (D)osage 50 - Live In Peoria [DVD] - (2002)
The End of All Things to Come [Edição especial com duas faixas extras e DVD] - (2002)
Not Falling [DVD] - (2003)
All Access To All Things [DVD] - (2004)
The End of All Things to Come [Disco Duplo] - (2005)
Lost and Found [Disco Duplo] - (2005)


Vídeos
Dig (2000)
Death Blooms (2000)
Nothing To Gein (2000) (Não lançado)
Not Falling (Versão A) (2002)
Not Falling (Versão B) (2002)
World So Cold (2002)
Determined (2005)
Happy? (2005)
Forget To Remember (2005)
Fall Into Sleep (2005)


Membros atuais
Chad Gray - Vocal - (1996-atualmente)
Greg Tribbett - Guitarra - (1996-atualmente)
Ryan Martinie - Baixo - (1998-atualmente)
Matthew McDonough - Bateria - (1996-atualmente


Ex-membros
Sean Barclay - Baixo - (1996-1998)
Henno - Guitarra - (Substituto em Turnê) - (2003-2004)


Megadeth é um grupo musical norte-americano de Thrash Metal liderado por Dave Mustaine. O grupo foi formado em 1983, dissolvido em 2002, e voltou a formar-se em 2004. O grupo é um dos pioneiros no estilo e está no grupo das melhores bandas de Thrash Metal de todos os tempos, primeiramente com Metallica, Testament, Destruction, Slayer, Kreator, Sodom, Pantera (atualmente acabado) e outros.
Pouco depois de se retirar do Metallica (onde ele era o guitarrista solo) Dave, com o baixista David Ellefson, formou o Megadeth. Dave tornou-se o vocalista e o principal letrista das canções do grupo, bem como primeiro guitarrista. A banda rapidamente expandiu-se com o baterista Gar Samuelson e o guitarrista temporário Kerry King (do grupo Slayer). No mesmo ano, King foi substituído por Chris Poland

Dave weckl


Dave Weckl é um baterista americano muito respeitado e toca Jazz e Fusion. Nasceu em 8 de Janeiro de 1960. Seu ídolo é o legendário baterista Buddy Rich. Weckl estudou jazz na Universidade de Bridgeport em Connecticut. O seu trabalho mais conhecido foi Chick Corea's Elektrik Band de 1985 até 1990.
Começando na cena fusion de Nova Iorque no começo de da década de 1980, logo começou a trabalhar com artistas como Paul Simon, Madonna, George Benson, Michel Camilo e Anthony Jackson. Desde 1990, ele lançou sete álbuns solo, três deles com seu próprio nome, e os outros quatro com sua banda Dave Weckl Band. Dave também produziu uma série popular de DVDs institucionais para bateristas


Dave Weckl:
1990 Masterplan (GRP records)
1992 Heads Up (GRP records)
1994 Hard Wired (GRP records)


Dave Weckl Band:
1998 Ryhthm of the Soul (Stretch records)
1999 Synergy (Stretch records)
2000 Transition (Stretch records)
2001 The Zone (Stretch records)
2002 Perpetual motion (Stretch records)
2003 Live (and very plugged in) (Stretch records)
2005 Multiplicity (Stretch records)


Videos
1989 Back to Basic (DCI music)
1990 The Next Step (DCI music)
1993 Working It Out (DCI music)
2000 How to develop your own sound (Carl Fischer publishing)
2000 How to practice (Carl Fischer publishing)
2000 How to develop technique (Carl Fischer publishing)


Books
Back to Basic
1992 The Next Step (Manhattan Music)
1994 Contemporary Drummer + One (Manhattan Music)
1997 Ultimate Play-Along for Drums level I vol. I (Alfred Publishing Company)
1997 Ultimate Play-Along for Drums level I vol. II (Alfred Publishing Company)
2001 In Session with the Dave Weckl Band (Carl Fischer Music)
2004 Exercises for natural playing (Carl Fischer Music)

Aquiles Prister



Aquiles Priester
Se até os 14 anos de idade Aquiles Priester alimentava o mesmo sonho de praticamente todo menino, tornar-se jogador profissional de futebol, o destino lhe reservaria outra função em que o talento é tão importante quanto fazer embaixadas, dar dribles desconcertantes ou marcar golaços. Hoje, mais de vinte anos depois, Aquiles é considerado com justiça o melhor baterista de rock do Brasil e um dos melhores do mundo.Como todo baterista iniciante, seu primeiro instrumento foi feito de latas e panelas – era a época do primeiro Rock In Rio em 1985, evento que fez o rock pesado se tornar realidade no Brasil. Mais tarde, mudou-se com sua família para Porto Alegre (Aquiles nasceu na África do Sul mas veio criança ao Brasil, passando a infância e parte da adolescência na cidade paranaense de Foz do Iguaçu) e lá começou a levar a música mais a sério, participando de diversas bandas, como Lucas Scariotys, Spartacus, Ecos do Silêncio, Infra Blue e Truck, até montar o grupo de heavy metal Hangar, em 1997, quando começou a desenvolver o estilo que o tornaria famoso mundialmente.
O Hangar se lançou de fato quando teve oportunidade, menos de um ano após seu surgimento, de abrir um show do Angra em Porto Alegre. A partir de então, as coisas ficaram mais fáceis para a banda, que lançou seu primeiro álbum, Last Time, em 1999. No mesmo ano, Aquiles Priester foi convidado, juntamente com outros músicos brasileiros, para gravar e excursionar com o vocalista Paul Di’Anno, ex-Iron Maiden. O resultado foi o disco Nomad e uma turnê que passou por várias cidades brasileiras.

Em 2000, de passagem por São Paulo para participar da Expomusic, Aquiles foi apresentado a Kiko Loureiro, que o convidou para fazer um teste para o Angra, na época sem baterista. Devidamente aprovado, Aquiles imediatamente iniciou as gravações da demo que anteciparia o primeiro disco do Angra com a nova formação, Rebirth, que sairia em 2001. No mesmo ano, foi lançado Inside Your Soul, segundo álbum do Hangar, banda da qual o batera participa até hoje.Com o Angra, Aquiles gravaria também o EP Hunters And Prey, o CD/DVD ao vivo Rebirth World Tour – Live In São Paulo, ambos de 2002, e o mais recente e aclamadíssimo Temple Of Shadows (2004). As vitoriosas turnês européias e asiáticas que se sucederam após cada lançamento ajudaram a tornar o nome de Aquiles Priester conhecido e respeitado em praticamente todo o mundo graças ao seu estilo marcante, técnico e repleto de feeling, com especial destaque para o uso criativo dos dois bumbos.Prova disso está na escolha do melhores do ano por parte dos leitores das revistas brasileiras especializadas em rock pesado, que consagraram Aquiles como o melhor baterista de heavy metal do Brasil de 2004 pelas revistas Rock Brigade e Roadie Crew, as duas maiores publicações do gênero no País. Ele também venceu a votação no site Whiplash, o site brasileiro de música pesada mais visitado da atualidade, ao passo que na revista Burrn!, do Japão, Aquiles foi o único brasileiro a entrar no ranking dos 30 melhores bateristas do ano de 2004, ocupando o 4º lugar na votação geral, posicionando-se à frente de nomes como Nicko McBrain (Iron Maiden) e Lars Ulrich (Metallica).

Aquiles também desenvolveu um workshow, com o qual já esteve em várias cidades do Brasil e do exterior falando sobre técnicas e equipamentos, além de transmitir um pouco de sua experiência como músico. Acompanhado por bases pré-gravadas, ele ainda apresenta músicas do Angra, do Hangar e alguns covers. Esse trabalho proporcionou a Aquiles a gravação de seu primeiro DVD, Live In Concert – Inside My Drums, lançado em 2004 e que é bem mais do que uma simples vídeo-aula, mas um autêntico documento de como se abordar pratos e tambores com feeling e peso.
Ao longo de 2005, Aquiles desdobrou-se entre a turnê mundial de “Temple Of Shadows” e incontáveis clínicas e workshops por todo o país. A banda fez quase oitenta shows em 2005, incluindo aí passagens por Itália, Espanha, Japão, Taiwan, Canadá e Estados Unidos, onde foi o headliner do famoso festival ProPower, realizado na cidade de Atlanta. A tour também levou a banda a países onde nunca havia se apresentando antes, como Austrália e Grécia. Já no Brasil, a tour levou o Angra a nada menos que 17 estados, além do Distrito Federal, em shows sempre concorridos e nos quais os músicos puderam mostrar o feeling e a técnica apurada que lhes são peculiares.
Esses shows impecáveis renderam a Aquiles mais reconhecimento mundial, agora da parte dos principais fabricantes de baterias e pratos. Em 2006, a Mapex, que fornece os instrumentos usados por ele, criou a bateria Mapex Limited Edition Aquiles Priester, linha signature com dois bumbos, estilizada com pele personalizada, plaqueta de identificação personalizada e excelente custo/benefício. Além do inequívoco reconhecimento ao talento de Aquiles, essa homenagem ganha mais importância ainda quando se leva em conta que é a primeira vez que um baterista brasileiro ganha um modelo signature de um fabricante mundial de baterias. Por conta desse lançamento, Aquiles fez uma série de workshops internacionais em fevereiro de 2006, passando por Medellin, Bogotá (as duas na Colômbia), Lisboa (Portugal), Sevilha e Madri (ambas na Espanha), sendo que a apresentação na capital colombiana reuniu nada menos que 1.200 pessoas, recorde absoluto dos workshops realizados por ele. Logo em seguida, mais precisamente em março, Aquiles voltou para o Nordeste e realizou sete workshops em treze dias, totalizando mais de 8.500km rodados. E, no mês seguinte, aconteceram mais workshops pela América do Sul, sendo três no Chile e um no Peru.
A fabricante de pratos Paiste, é outra empresa que patrocina Aquiles e que tem usado de maneira bastante agressiva a imagem do batera brasileiro. Além de ter sido consagrado no site da empresa como “Artista do Mês” em agosto de 2004. E ele ainda está presente em todos os catálogos e publicações editados pela marca, que chegou até mesmo utilizar um poster gigante de Aquiles na decoração de seu estande na edição de 2005 do NAMM, feira de música que se realiza anualmente nos EUA e que é considerada a mais importante do mundo da música.

Já no Brasil, por ocasião da realização da Expomusic, maior feira de música da América Latina, foi lançado o CD de estréia do projeto Freakeys, grupo de rock instrumental formado por Aquiles Priester, Felipe Andreoli, Fábio Laguna e Eduardo Martinez e que apresenta uma abordagem musical completamente diferente de todos os discos já lançados pelo baterista. No mesmo mês, aconteceu o Festival Drummer Live, em Londres, que contou com a participação de Aquiles ao lado de nomes como Nicko McBrain, Akira Jimbo, Bill Brufford, Zoro, Tony Royster Jr. etc.
Em outubro de 2006, foi lançado o novo disco do Angra, Aurora Consurgens, e a banda iniciou sua nova turnê mundial, participando do Festival Loud Park, no Japão, ao lado de bandas como Slayer, Megadeth, Anthrax, e Dio, entre várias outras. A divulgação do novo disco continuou em 2007 com a realização de uma tour conjunta pelo Japão com a banda Blind Guardian. E, aproveitando a passagem do Angra pela Ásia, a Mapex e a Paiste também marcaram primeiros workshops de Aquiles no Japão e na China para fevereiro de 2007. Na seqüência, em março de 2007, ele se apresentou numa das maiores feiras musicais do mundo, a Frankfurt Musik Messe na Alemanha, realizando dois workshops no estande da Paiste. No total, a experiência de Aquiles em workshops já soma mais de 150 apresentações realizadas desde 2002, passando por diversas culturas diferentes e tendo como saldo um sucesso absoluto de público e crítica.

Bateria DW


Tudo começou em 1972 quando Don aos 26 anos abriu um pequeno estúdio onde lecionava bateria em Santa Mônica, Califónia. Ele deu o nome de Drum Workshop ao estúdio, oferecendo aulas particulares e workshops mensais. Notando que o seu lucro não era o suficiente, Don trouxe alguns investidores e mais professores e começou a vender baquetas, livros e kits de bateria para cobriras despesas. Contratou John como gerente de vendas para meio período e os dois acabaram discutindo formas diferentes para melhorar a arte de tocar bateria melhorando os produtos.Após muitos “brainstorms”, veio o primeiro produto da DW: um banco-case com altura ajustável. Quando a DW recebeu uma encomenda de 100 bancos da empresa Camco Drum Co; Don e John notaram que tinham um produto inovador o qual poderiam vender. 30 anos depois a DW está oferecendo uma nova versão deste banco feito de um material mais leve, o modelo 6100. Mesmo assim, quando a DW inventou este banco, só podiam produzir uma dúzia por mês e não tinham pessoal e capacidade para produzir 100 unidades. Depois de um tempo Tom Beckman, o dono da Camco Drum Co; ofereceu a Don todo o maquinário da Camco: moldes, máquinas, tudo o que era utilizado para fazer os produtos da Camco, exceto o seu nome. Isso deu a oportunidade a Don produzir os bancos e expandir a sua linha de produtos. Nesse momento Don aceitou a oferta e mudou o foco da DW de ensinar, para vender e manufaturar..Pegando a maioria do dinheiro empresatado da família e parte dos investidores, Don adquiriu o maquinário da Camco e re-introduziu o pedal Camco 5000 de correia de nylon sob o nome de DW. O pedal fora melhorado para dar mais consistência, para que fosse mais silencioso e suave, e que ainda pudesse ser ajustado precisamente. Ao pedal se tornar a escolha dos bateristas, Don sempre contionuou a melhorá-lo, inventando o sistema de corrente e catraca em 1980. Em 1983 introduziu o pedal duplo que incorporava uma única junção com juntas universais: o pedal duplo DW 5002 que além de suprir uma necessidade, solidificou a posição da DW no Mercado como uma marca inovadora, dando mais possibilidades aos bateristas de tocar o bumbo com os dois pés, criando novos ritmos e batidas. Nos anos 80 a DW criou mais ferrragens inovadoras: a estante de dois pés giratórios 5500T e a máquina de hi-hat remota com cabo modelo 5502LB para suprir as necessidades dos bateristas como Travis Barker, Abe Laboriel Jr., Vinnie Colaiuta, Gary Novak e Carter Beauford. Enquanto Don desenvolvia os pedais e ferragens da DW, John estava na Estrada como técnico de baterias. Trabalhou com Earth, Wind and Fire e Frank Zappa. Ao afinar as baterias, ele sabia o que funcionava e o que não funcionava. Usou esta experiência para melhorar os produtos. Como técnico John descobriu que cada tambor possui um alcance de afinação o qual soa melhor, criando mais tarde o sistema de casamento de timbre da DW (Timbre Matching system). Dizia que desde a construção, tamanho do casco, o acabamento dos cantos, as peles, ferragens e acabamento afetavam a qualidade do tambor. Assim começaram a melhorar acusticamente cada um destes elementos críticos.Desde a sua primeira participação na feira NAMM, a DW inovou com o pedal com rolamentos Delta, a caixa de bronze com aro de Madeira chamada de Edge, o conceito dos ton-tons mais rasos modelos F.A.S.T.® , o sistema de afinação True-Pitch® e os acabamentos de Lacquer, Satin Oil e FinishPly™ . Hoje os bateristas como Sheila E., Terry Bozzio, Neil Peart, Marco Minnemann e Gary Novak, juntamente com outros bateristas que acompanham artistas como Madonna, Bruce Springsteen e E Street Band, Dixie Chicks, Incubus, Mana, Missy Elliott, Avril Lavigne e muitos outros, escolheram as baterias e ferragens DW exclusivamente.John continuou a pesquisar as madeiras e estudou sobre as madeiras de mais de 500-anos de idade submersas no lago Superior 100 anos atrás. Os troncos foram trazidos para a terra firme e John criou a linha de baterias Timeless Timber, com os kits de maple Anniversary Lake Superior comemorando o aniversário de 25 anos da DW em 1997; e os kits de birch Lake Superior comemorando o aniversário de 30 anos da marca 2002. A DW também continuou sua tradição de fabricar kits de bateria com madeiras raras como edições limitadas chamadas Private Reserve.

Bateria


Tambores
Um bumbo (designado por bombo em Portugal), no chão, tocado com um pedal através do do baterista;
Uma caixa (também conhecida como tarola em Portugal), apoiada num suporte específico;
Um par de tom-tons (também designados por tímbalos ou timbalões em Portugal), geralmente colocados sobre o bombo num suporte especificamente desenhado para o efeito;
Um surdo (designado também por tímbalo de chão ou timbalão de chão em Portugal).

Pratos
Um chimbal (par de pratos de choque em Portugal, ou hi-hat, em inglês), acionados por meio de um pedal;
Um prato de condução (também conhecido pela designação em inglês ride), apoiado num suporte geralmente em forma de tripé;
Um ou mais pratos de ataque (os três tipos mais usados, com a designação em inglês: crash, splash e china), apoiados em suportes idênticos aos do prato prato de condução, colocados ao lado dos outros elementos.
A adição de tom-tons, vários pratos, pandeirolas, gongos, blocos de madeira, canecas, almofadas (pads) eletrônicas devidamente ligadas a samplers, ou qualquer outro acessório de percussão (ou não) podem também fazer parte de algumas baterias, de forma a serem produzidos diversos sons que se encontrem mais de acordo com o gosto pessoal dos músicos.
Alguns bateristas, tais como Neil Peart ou Terry Bozzio, elaboraram conjuntos de bateria fora do normal, utilizando-se de diversos elementos, tais como rototós, bidões, gongos ou tom-tons afinados em correspondência com notas musicais, possibilitando ao baterista, para além da execussão rítmica, contribuir melodicamente para a música. A década de 80 foi prolífica no surgimento destes conjuntos fora do normal, apreciados pelos amantes da bateria, um pouco por todo o mundo.

Materiais de construção
De uma forma geral, os tambores das baterias são construídas em madeiras seleccionadas, podendo também encontrar-se elementos construídos à base de plásticos, metais e/ou outras ligas.
Diversos fabricantes têm efectuado diversas experiências de forma a obter os melhores sons a partir da madeira, tendo concluído que, o mogno, a bétula e o plátano produzem as madeiras mais aceites para a construção destes instrumentos. Já em relação às tarolas (caixas), as ligas metálicas baseadas em aço, latão ou cobre são as preferências dos modelos de entrada de gama, embora os modelos fabricados em madeira de bétula e plátano tenham melhor aceitação nos modelos de topo de gama.

[editar] Postura do músico